A linguagem do amor

(…) es donde estoy bien, en lo cotidiano. (…) Amo la vida cotidiana y no los viajes. Ni salir de mí para excitarme ni querer vivir más intenso. Lo intenso está dentro, en la tormenta y la calma cotidianas.
Isra Bravo
Onde haveria eu de estar senão aqui, sempre aqui, nas ruas do quotidiano onde o Natal é um dia igual aos outros, igualmente próximo, de onde quer que seja observado. A diferença é que no Natal o silêncio, a linguagem do amor, fala mais à vontade consigo mesmo, pairando sobre as ruas sem precisar que alguém o entenda.
Imagem: baralho Morgan Greer
